quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Repetindo erros

Sempre que alguma atitude nossa nos causa mal estar, sofrimento juramos que isso nunca mais vai se repertir mas, normalmente se repete e muitas vezes. Porque?

"Burrice é fazer tudo sempre igual e esperar um resultado diferente."

Fiquei pensanfo porque andamos tanto em circulo... acredito que é o comodismo, a dificuldade de sair da zona de conforto. Agindo sempre igual já sabemos o resultado. Mesmo que sofrido mas sabemos que é suportavel, sem riscos. Já o novo não... mas será que vale a pena morrer um pouquinho a cada dia somente para manter-se confortavel?
Olhando para tras, o que você não faria se pudesse voltar atras? O que vc repara nos outros e diz que jamais faria? Observe bem porque é bem provavel que vc esteja cometendo os mesmos erros que critica.
Mude o que te incomoda! Olhe para dentro de vc. Não aceite migalhas, vocé merece o melhor!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Falta de objetivos

Como você quer estar daqui 5 anos?

Quando eu estava na adolescência imaginava que aos 30 eu estaria casada, formada e trabalhando com obras, com pelo menos 1 filho, casa própria e carro, falando 3 idiomas e viajando para o exterior nas férias.

O que eu fiz para alcançar isso? Deixei a vida me levar. E, ela não me levou para onde eu queria. Não alcancei nem metade disso e estou hoje com 35 anos...

Demorei muito para perceber que tudo o que desejamos pode ser alcançado mas, depende de nós, de tomar decisões na vida. Deixar por conta do acaso é a melhor maneira de tudo dar errado. E como é fácil deixar tudo ao acaso, ficar deitadinha na zona de conforto e reclamar que a vida foi injusta com a gente, não é? Mudar exige esforço, deixar de lado os velhos hábitos, ouvir muitas críticas, escorregar e levantar várias vezes. Mas, é possível assumir a própria vida e fazer dar certo. Nós é que escolhemos onde queremos ficar. 

Infelizmente, vi que estava esperando as coisas caírem do céu, milagrosamente. Agora me fala: qual a chance disso acontecer? Mudei tanto meus hábitos nos últimos anos e para pior. Casei e descuidei. Deixei de me arrumar como antes, com isso engordei muito sem perceber, me acomodei no trabalho e não estudei mais nada. Estacionei a vida naquela vaga bem longe da entrada do shopping sabe?  E mesmo não me sentindo bem, dei "Graças a Deus" por ter uma vaguinha pra mim. Gente, isso é certo? Se contentar com o mais ou menos? Eu mereço me olhar no espelho e me gostar. Me sentir mesmo. Todos merecemos! Não viemos ao mundo pra reclamar, as coisas só acontecem pra quem anda pra frente, sem dar o primeiro passo é impossível sair do lugar. Nada de "eu nasci assim, eu cresci assim e sou mesmo assim". Se não está bom tem que mudar. E não é só peso não. É trabalho, casa, estilo de vida........tem que ser feliz!

Digo por experiência própria que é dolorido demais sair da "casinha". Ainda estou lutando comigo todos os dias para fazer acontecer. Andei introspectiva mas porque estava me analisando um pouco, queria ver onde estava errando pra poder mudar porque, até pouco tempo atrás estava dando tiro no escuro. Estou com poucas metas esse ano mas, o principal, é que quero fechar 2014 realizada. Minhas metas são: Emagrecer (claro!), zerar a fatura do meu cartão de crédito (não está em atraso mas não quero parcela todo mês pra pagar) e trocar de carro à vista (com ar, vidro, trava, direção e 1.4 pelo menos já que o meu hoje é básico). Acredito que uma coisa leva à outra e fechando o ano com essas metas concluídas, muitas outras coisas vão estar melhores também.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

"Se sente sozinho(a)?
Solidão significa auto-abandono (Gasparetto). Não é falta de alguém como dizem por aí, é, pois, a falta de nós mesmos.
Reflita que as vezes estamos rodeados de pessoas, mas mesmo assim o sentimento de vazio persiste, chega a sufocar.
A solidão é o sinal de alerta que mostra quando estamos contra nós mesmos, não estamos em compasso com os nossos reais anseios.
Estar contra si mesmo é não se sentir bem consigo mesmo, confortável por dentro. 
Depender de algo ou alguém não irá suprir a solidão, isso se chama dependência e toda dependência é ilusão que leva à desilusão.
Mas a sociedade acha que para ser feliz/completo é preciso casar, constituir família, ter filhos. Esse é o pensamento padrão. 
Em verdade, quem assim pensa demonstra que precisa de muletas para se escorar, joga a si mesmo no fim da fila, despreza sua integridade. Coloca o outro lá em cima e a si mesmo lá embaixo. 
Ninguém nunca alcançou a felicidade dependendo de alguém muito pelo contrário, o dependente se torna pegajoso e inseguro atraindo a frustração no relacionamento. É como esperar algo de alguém que só você pode dar. 
Auto-abandono é não se amar (ainda estamos aprendendo a arte do amor-próprio). Só recebe amor quem sabe dar amor. Tudo no universo é troca. 
Ter alguém para compartilhar a vida é maravilhoso quando se trata de um relacionamento saudável, reciprocidade é tudo.
Já o dependente emocional é aquele apaixonado pela fantasia que ele mesmo criou. Geralmente, ele vê no outro o que nega em si mesmo e sente-se inferiorizado, porque deusifica o parceiro. Quando assim agimos sugamos as energias do parceiro, equiparando-nos a um vampiriro.
O vampiro é aquele que cobra, que sente ciúme excessivo, que chantageia. Ora, os relacionamentos, sejam eles amorosos, familiares e etc, foram feitos para somar e não subtrair. Somar significa: eu dar o que eu tenho de melhor e você dar o que você tem de melhor. Muitas vezes, ou na maioria delas, fazemos o contrário, damos o nosso pior. Embora não haja dúvidas que acabamos aprendendo com essas situações. Aprendemos a fantasiar menos e agir calcados na realidade. 
A felicidade depende da plenitude e para estar pleno é preciso trabalho interno, ultrapassar seus limites emocionais e abrir mão de crenças limitantes. É fácil permanecer no bem quando tudo está bem, mas esta não é uma constante na vida de ninguém. 
Plenitude é não depender de nada, nem de ninguém. É confiar em si mesmo e na vida. É estar ao seu lado até quando se comete uma gafe. É não criticar a si mesmo, é ser LIVRE. Por fim, ser pleno é fazer o seu melhor para receber o melhor. "

Lendo muito pra ver se entra na cabeça dura que TUDO só depende de mim. Sempre fui lenta nesse ponto, daquelas que espera demais e reclama e chora, mas não faz nada para mudar. Tenho que aprender, não vou desistir. Por mais tombos que leve vou recomeçar quantas vezes for preciso até chegar onde quero na vida! Se eu desistir de mim aí é que acabou mesmo né? Não desisto, apesar das (muitas) recaídas, vou mais uma vez recomeçar!

domingo, 1 de dezembro de 2013

Minha história

Tenho 35 anos, sou de SP, casada e sem filhos. Fui um bebê gordinho, uma criança gordinha e adolescente gordinha. Mas, aquela gordinha pouquinho acima do peso, nunca magrela sabe? Faço dieta desde que me lembro de existir! Lembro que com uns 12 anos ja fazia uns "abdominais" meio sem jeito porque sempre quis usar top mostrando a barriga (era moda tá! rs) mas nunca fui magra o suficiente pra isso. Bom, nunca me senti bem com meu corpo. Nunca fui na piscina numa boa, sempre de short, camisetão, roupa larga tentando disfarçar, como se isso fosse possivel...
Conheci meu marido com 23 anos e passamos a morar juntos em 1 mês, engordei uns 15 quilos no primeiro ano (digo uns porque não sei ao certo, deixei de pesar por muito tempo). Depois de ver umas fotos minhas acabada entrei na neura de querer emagrecer, comecei a caminhar todos os dias, fiz dieta das calorias e emagreci bastante, não tudo o que  eu queria mas me sentia melhor. Mantive por um bom tempo enquanto mantive as caminhadas. Mudei de emprego, apertou os horários e deixei de caminhar. Ai é que tudo desandou. Ja estou neste processo de "tentativa de emagrecimento" há uns 7 ou 8 anos andando em circulos. Sofrendo calada, sentindo que a vida está passando e eu estou deixando de aproveita-la e não consigo sair do lugar. Sei que a culpa é só minha, falta empenho, esforço, foco. Quero ser emagrecida e não emagrecer. Não assumi ainda a responsabilidade comigo. Digo que estou de dieta mas não tenho freio na boca. Sempre tenho algum belisco salgado e um doce na minha bolsa, na mesa de trabalho. Preciso dar um jeito nisso. Já se passou mais meio ano e eu nada.
E ai, por onde começar? É tão duro sair da zona de conforto né? Pensar que sem privação não vou alcançar nunca o meu objetivo. Não quero me conformar e continuar assim. Preciso começar.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Estilo...

Qual o meu?
Ainda nesta onda de "vida simples" ando questionando tudo. Estou bem critica ultimamente. Abrindo mão de várias coisas percebi que mnhas roupas não demonstram o que quero. Com as "muletas" do excesso de peso só andei comprando roupas largas, de malha, tudo com a mesma cara de nada. Estou de olho em um livro pra ver mais no final do mês, VISTA QUEM VOCÊ É. Pelo que li dele é uma boa ajuda para quem, assim como eu, esta tentando se encontrar.
Uma coisa que li no blog das autoras e eu ja fiz: separe no seu armário as peças que você ama, que servem bem, que fazem ótimas combinações. O restante coloque em uma mala e deixe guardado bem no alto, sem acesso. Verá que não necessita delas. Eu.fiz isso e até agora não senti falta de nada!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Vida simples

Ando buscando a paz, a tranquilidade, "paz de espirito" sabe? Não tem sido fácil mas é recompensador quando se consegue manter o equilibrio mesmo quando o ambiente e as pessoas a nossa volta estão irritadas e estressadas. Estou aos poucos aprendendo a ouvir mas não pegar pra mim as dores alheias.
Com tudo isso tambem estou tentando deixar a vida mais simples, menos coisas em casa, menos consumismo exagerado, mais foco em fazer uma coisa por vez e com alegria.

E a vida segue....

Com isso, estando mais calma e focada, emagreci sem sofrer. Peso atual: 71,800...
Devagar e sempre!